Trajetória

Como comecei na tecnologia: games, música e computadores

Games, desenho, música, lan houses e os primeiros contatos de Bruno Leão com computadores e tecnologia.

Composição sobre games, música e os primeiros computadores na trajetória de Bruno Leão

Minha trajetória em tecnologia começou muito antes de eu pensar em trabalhar com redes. Games, desenho, música e curiosidade por computadores foram os primeiros elementos de uma história que, anos depois, se transformaria em carreira.

O primeiro contato com tecnologia

Em 1993, meu pai me presenteou com um Phantom System. Aquele console de 8 bits despertou meu interesse por eletrônicos e games. Castlevania e Teenage Mutant Ninja Turtles estão entre os títulos que marcaram essa fase.

Console Phantom System que marcou o início da trajetória de Bruno Leão com tecnologia
O Phantom System foi meu primeiro contato marcante com games e eletrônicos.

Criatividade, desenho e música

Minha família sempre teve proximidade com música e arte. Eu gostava de desenhar os personagens dos animes exibidos pela TV Manchete, especialmente Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball. Essa vontade de entender formas, detalhes e processos já revelava uma curiosidade que mais tarde também apareceria na tecnologia.

A música também esteve presente desde cedo. Aos 14 anos, recebi de minha tia e madrinha o violão que havia pertencido ao meu tio. Comecei pelas notas básicas e aprendi minha primeira música, “Que país é este”, usando revistas de cifras vendidas em bancas. O estudo exigia repetição, atenção e paciência, habilidades que continuam importantes no trabalho técnico.

Lan houses e os primeiros computadores

Na mesma época, as lan houses começaram a se popularizar. Eu já utilizava o mIRC, um cliente de IRC que permitia conversar em canais e trocar arquivos por DCC. Foi assim que tive mais contato com comunidades, músicas, animes e computadores conectados.

Também jogava Counter-Strike 1.5, StarCraft e Jedi Knight: Jedi Academy. Paralelamente, comecei a estudar montagem e manutenção de computadores. Naquele momento, eu ainda não sabia qual área seguiria, mas já queria compreender o que existia por trás das máquinas e das conexões.

O que essa fase construiu

  • Curiosidade para investigar como as coisas funcionam.
  • Persistência para aprender por tentativa, prática e repetição.
  • Interesse por comunidades e computadores conectados.
  • Uma combinação de criatividade e raciocínio técnico.

Na segunda parte desta trajetória, conto como a montagem de computadores, as lan houses e um rack de telecomunicações direcionaram meu interesse para redes.

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